Menopausa e queimação: por que acontece e o que fazer?

Para muitas mulheres, menopausa e queimação andam juntas. Essa realidade aflige, principalmente, quem não quer fazer terapia de reposição hormonal. No entanto, é possível aliviar as temidas ondas de calor, suores noturnos e outros incômodos quentes de forma natural e eficiente!
Neste artigo, explicamos como ocorre a associação entre menopausa e queimação e o que você pode fazer para minimizá-la. Se você está passando pela fase do climatério, vale a pena conferir!
Menopausa e queimação: por que andam juntas?
A associação entre menopausa e queimação é bastante conhecida, atingindo três em cada quatro mulheres. A conhecida quentura ocorre em função dos principais sintomas do período, marcado por:
- ondas de calor intensas e repentinas (também chamadas de fogachos ou afrontamentos), que ocorrem por conta de alterações no equilíbrio hormonal (com a queda de estrogênio);
- suores noturnos, justamente, por conta dos fogachos que surgem no decorrer da noite, enquanto a mulher dorme;
- ruborização (vermelhidão) facial, pois a sensação de calor se concentra no rosto, no pescoço e na parte superior do tronco;
- ressecamento da pele, novamente, ligado à alteração hormonal, fazendo com que haja descamação e perda do viço;
- parestesia, condição que provoca uma sensação tátil anormal, causando formigamento, adormecimento, coceira e/ou queimação, principalmente, nos membros superiores e inferiores.
Como é a incidência dos fogachos?
Os fogachos começam no climatério, fase que antecede a menopausa e se estende por algum tempo depois, variando de mulher para mulher. Para a maioria delas, o sintoma permanece por dois ou três anos.
No entanto, cerca de 25% sofrem com os calores por mais de cinco anos. E, por volta de 10%, continuam com os incômodos sintomas até depois dos 70 anos.
Como é realizado o tratamento do quadro?
O tratamento para mulheres na menopausa visa ajudar no controle desses e de outros sintomas característicos do climatério. Afinal, apesar de não representarem um problema de saúde, eles podem provocar mal-estar e, quando muito intensos, atrapalhar a rotina.
Para isso, há tanto estratégias comportamentais, como abordagens medicamentosas. Conheça-as a seguir.
Estratégias comportamentais
Algumas mudanças no estilo de vida podem amenizar os sintomas da menopausa. Isso inclui ter uma dieta saudável, manter o peso corporal adequado, controlar o estresse, cessar o tabagismo e evitar o álcool.
No mais, lembre-se de manter a hidratação em dia (bebendo bastante água) e pratique atividades físicas regularmente. A primeira medida ajuda a melhorar o ressecamento da pele e a segunda favorece o equilíbrio dos hormônios, entre outros benefícios.
Abordagens medicamentosas
O principal tratamento para mulheres na menopausa é a terapia de reposição hormonal. Mas, dependendo das características de cada paciente, eles podem ser contraindicados.
Como aliviar o incômodo sem recorrer a hormônios?
A média de idade para o ingresso na menopausa é de apenas 50 anos! A boa notícia é que, graças aos avanços da ciência e da tecnologia, é possível aproveitar tudo o que a vida ainda tem a oferecer.
A compressa fria é uma velha conhecida de quem já teve de lidar com a “dupla” menopausa e queimação. Porém, esse recurso evoluiu muito e hoje em dia está prático e confortável, adaptando-se à rotina feminina.
Como a tecnologia pode ajudar?
A Opal Cool é a linha de compressas frias desenvolvida especialmente para mulheres, pela Xena Therapies. Em vez de gelo ou gel, os produtos são feitos com um material de mudança de fase à base de plantas. Com isso, obtêm-se um resfriamento prolongado, a temperatura estável de 15º C, considerada mais segura e eficiente.
Assim, não há risco de queimar a pele, como acontece com os sacos de gelo ou mesmo bolsas de gel. Após a utilização, basta colocá-los na geladeira para resfriar novamente, podendo ser reutilizados quantas vezes for necessário.
Vale destacar que nosso portfólio é registrado pelo Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora norte-americana, como dispositivo médico Classe I. Para quem sofre com os calores da menopausa, há inovações como:
- colete de ombro térmico frio;
- suporte de abdômen e lombar térmico frio ajustável;
- compressa térmica fria para mamas;
- travesseiro térmico refrescante; entre outras.
Dessa forma, trata-se de uma forma natural, prática e confortável de promover resfriamento e conforto para quem está lidando com o “combo” menopausa e queimação. Os dispositivos se encaixam perfeitamente à rotina, promovendo o alívio sem afetar seu dia a dia!
Se você está sofrendo com os calores do climatério, conheça todas as possibilidades da Opal Cool. Veja como podemos ajudar!